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Manual do Airo

Bem-vindo ao manual do Airo — o sistema de gestão de dropzone (DZ).

Esta documentação tem dois objetivos:

  • Para quem está começando → colocar a operação no ar do jeito certo, na ordem certa.
  • Para quem usa no dia a dia → tirar dúvidas de "como eu faço X?" sem depender de ninguém.
  • Para o suporte interno → registrar as regras de negócio que a gente esquece em features pouco usadas.

💡 Como ler este manual: todo caminho de tela aparece como Menu → Submenu. Os nomes batem exatamente com o que aparece no sistema em português.


🚀 Estou começando agora (Onboarding)

Se você acabou de criar sua DZ no Airo, siga o checklist de onboarding na ordem indicada. A ordem importa: algumas configurações dependem de outras (não dá pra montar um manifesto sem ter local e aeronave, por exemplo).

👉 Comece aqui: Checklist de Onboarding

# Etapa Para quê
1 Configurar a Dropzone Logo, moeda, validações, portais
2 Locais Onde a operação acontece (aeroporto)
3 Equipe e Usuários Quem acessa o sistema e com qual função
4 Organizações Empresas (PJ) — donos de avião, agências
5 Aeronaves Frota + preço de vaga pago ao dono
6 Tipos de Salto Tandem, AFF, esporte, staff...
7 Produtos, Itens e Templates O que é cobrado e como o dinheiro é repartido
8 Pessoas, Pilotos e Licenças Atletas, passageiros, staff, licenças
9 Equipamentos (Rigs) Equipamentos, reservas, repack
10 Integrações e Portais Bookeo, portal do atleta e do dobrador

📖 Já estou operando (Guia de Uso)

Dúvidas do dia a dia, organizadas por tarefa.

👉 Índice do Guia de Uso


🧭 Referência (Suporte interno)

Material de consulta rápida — especialmente útil pra dar suporte e relembrar regras.


Visão geral em 30 segundos

O Airo organiza a operação em torno de três áreas:

  1. Administração (staff) — configuração, manifesto, financeiro, reservas, pessoas.
  2. Portal do Atleta — o saltador acessa seu manifesto, carteira, logbook e perfil.
  3. Portal do Dobrador — o dobrador registra dobras, vê ganhos e confirma pagamentos.

O fluxo central do dia é o Manifesto: você cria as decolagens (loads), aloca as pessoas em vagas (slots) com um tipo de salto e um produto, e quando a decolagem pousa, o sistema cobra os atletas e credita comissões automaticamente na carteira de cada um.

Tudo gira em torno de uma ideia: configurar bem uma vez (onboarding) pra que a operação do dia rode quase no automático.